terça-feira, 13 de julho de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.702(2021)

           

            Estava duas ou três horas, não sabia precisamente certo o quanto atrasado. Achava que o atraso não mudaria nada entre eles, claro se fosse persuasivo e a fizesse entender que não foi por sua culpa. Isto é, queria que ela entendesse que não foi culpa dele, mesmo sabendo ele que foi. No entanto, como era uma mulher ingênua, dava-lhe a oportunidade de testá-la toda as vezes que marcavam encontros. Dizia que o teste era para saber o quanto de paciência ela possuía. Até que num dos encontros ele que ficou esperando duas ou três hora no local de sempre, quando ouviu gemidos e ao averiguar de onde vinha, deu de cara com ela quase de quatro tendo um cara socando-a por traz vertiginosamente. Nunca mais a viu. Quando os amigos lhe perguntavam sobre o teste, ele dizia: Ela não tinha a paciência necessária que eu desejava.

            É isso... ou, não é?

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