segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.709(2021)

           

            O ônibus estava lotando e nada de se movimentar. A impressão que dava é que o motorista não estava nem aí. Tomando seu cafezinho no copo descartável parecia despreocupado. O gozado é que a maioria desce um ponto antes ou um ponto depois da praça Silvio Romero. Do metrô a praça são dois quarteirões. Por que não ir a pé? Tudo bem, pegar o ônibus numa situação urgente. Um ponto ou dois pontos depois esvazia e, uns quatro ou cinco pontos até chegar na Azevedo e, mais uns cinco ou seis ele desce na esquina da Azevedo com a Marengo. Também, ele não precisaria pegar o ônibus. É só descer no Carrão e subir a Monte Serrat. O que o impede é que a avenida é subida, cansa andar quase dez quarteirões, assim ele aproveita para praticar o poder de observação. Apesar do trajeto curto observar as pessoas e suas idiocrasias é fabuloso.

            É isso... ou, não é?

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