My dear friend
Sentado
no banco na plataforma da estação do metrô Penha, sonolento, quase deixando
cair o livro do colo, o frio chato balançando os cabelos em frente aos óculos,
os passageiros dentro do trem me olham com algum pensamento, o que pensam, não
sei, de repente o rapaz de boné, fone de ouvido, blusa listada, mochila nas
costas, comendo talvez pipoca, ao passar me olha por segundos e vai sentar no
banco no fundo da plataforma, será que é o rapaz que todos os dias eu o vejo,
pode ser...
...
sábado, meia noite e vinte e seis segundos, frio, caiu a net e está difícil
voltar, sem sono...
...
o que está fazendo...
Com
amor, Pastor.
É
isso... ou, não é?
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