Ele
sabe o que precisa para colocar em prática. No silencio o tudo que o rodeia
está a imobilidade concreta das coisas. Distraído passeia com a caneta entre os
dedos, reflete nas palavras escrita em letras miúdas. Sabe o que precisa
realizar e onde encontrar o pouco de prazer que lhe resta. A mente foge dos
dedos imóveis acima das linhas do caderno. Deve registrar sentimentos possíveis
e impossíveis. Por que impossíveis e possíveis? Há dualidade nos sentimentos? E
o que é possível? É o que podemos sentir na carne a deflagração da consciência
inativa colocando-a ativa em função do que se precisa. Talvez, processo
dificultoso que não se pode deixar de realizá-lo. E o impossível? É a subversão
normal e despreconceituosa ao destruir o medo de ser o que é. A luta será
renhida pela aceitação do que não se aceita.
É
isso... ou, não é?
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