quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.758(2021)

                  

             O silencio o consumia zunindo o próprio silencio em sim mesmo como em tudo o que o envolvia, escreveu lentamente nas linhas do caderno de capa dura azul. Onde está a verborragia de ontem? Cansou? Não, creio que não apenas descobriu que estará sempre à procura de algo que não sabe o que é, ou talvez até saiba, mas não quer admitir com receio de machucar ou, pior ainda, de se revelar. Por que se machucar? Por não acreditar no que escreve? Por não acreditar no que sente? Ou por não acreditar que não deve escrever? Por não acreditar na sua capacidade? Não sabe, claro que não sabe, isto porque o que a caneta imprimirá nestas linhas desse pequeno caderno de capa dura azul, será a própria história em palavras que deverá transformar as imagens bem conhecidas por você e que você indeciso teima em aceitá-las..........................................................................................................................

            É isso... ou, não é?

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