Ando por caminhos escuros
Piso em espinhos pontiagudos
Colho rosas do teu sorriso
Lápide fria de memória
Depositadas nas flores murchas
Lágrimas não revertem vidas
Caminho sem destino
Percorro labirintos
Seguro-me nos espinhos
No fundo do copo vazio
Deposito uma lágrima sentida
Esqueci a alegria perdida
As pedras cinzentas da avenida
Esmaga meu rosto macerado
Caminho com a dor de braço dado
O sorriso transmite alegria
O rosto transpira euforia
O tempo transmuda a harmonia
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