Todas
as noites pego este caderno, empunho a caneta e pergunto: “O que escrevo?”
Novamente
abro o caderno com suas linhas brancas e eu empunhando a caneta, pergunto: “O
que devo escrever?”
E
assim é todas as noites: “O que devo escrever?”, é a pergunta que faço, todas
as noites.
E
como tal, hoje estou aqui novamente com a referida pergunta: “O que deverei
escrever?”.
Sei
que tenho muita coisa para expressar em palavras. No entanto não faço por
motivos inexpressivos de minha parte.
Bom,
terminei de ler “O Morro dos ventos uivantes”, bom livro que na primeira
leitura me fascinou e que não ocorreu na segunda leitura, talvez por seu teor
gótico romântico. Não sei. Começarei a ler “João Simões continua”, de Origines
Lessa.
Hoje
tive o que escrever.
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