Parado
no silencioso tempo, rasgo o que não escrevi e escrevo o que não lhe direi e
sei o que lhe direi caso venha escrever e, talvez futuramente possamos nos
encontrarmos e, é claro, se você quiser nos encontremos num bar, - onde nos
conhecemos – restaurantes, shopping, praça nessa paranoica e bela cidade de
loucos geniais a vociferar suas loucuras num tom triste de chuva entre
relâmpagos e trovoadas... isso se você quiser, no entanto sei que você não
quer... então me jogo no mar de palavras vazias onde o esquecimento queima em
saudades proferidas em versos e prosas poética, assim vivo na glória pacifica
dessa merda de via, amém.
É isso... ou, não é?
Nenhum comentário:
Postar um comentário