As lágrimas das estrelas não chegam até ele, no entanto ele as sente como se fosse suas lágrimas. E cada lágrima é uma história da vida em que se aprofundou perdido nas brumas do incerto e do certo. Hoje não sabe mais distinguir o lado positivo da pele que lhe toca. Necessita sentir a pele estranha tocando a sua, necessita e, à caça, saí pela noite afora se deslumbrando a cada aventura surgida inesperadamente. Despedaça-se entre os monolíticos sentir a pele queimando as manhãs. Despedaça-se, mas não desistirá na busca do padrão amoroso que lhe dará a paz necessária em ser feliz.
As linhas do momento envolvem-no preguiçosamente ao perceber sua concretude demarcando seus passos e criando seus instantes.
Tudo depende da percepção olfativa dos pés a conduzirem ao infinito do ser que ele um dia encontrará e lhe fará eternamente feliz.
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