“Onze e trinta e cinco minutos por onde o raio do sol, transpassando a cortina
amarela de plástico nauseabunda de calorífico aroma de comida podre, invade o
ambiente amórfico de degustações contábeis e financeiras. Números são jogados
nas abstratas comercializações baseados em leis, códigos e artigos como
grilhões prendendo cada indivíduo em suas baias prisões. Suspensos pelas
decisões sem que se possa contradizê-las, cargos são criados ao mesmo tempo em
que outros são desativados para o bem conforto da grande mãe empresa.
Sobreviventes lutam contra o vírus ao fazer paralelo de outras atividades
extras sem prejudicar o seu fazer profissional.”
Credo! Porque não consegue um escrever mais simples, modesto, sem a porfia de
intelectualidade barata? Não sabe que isso não faz com que seja mais lido? Mas
como poderá tornar seus textos mais simples, leve, poético? Deixar fluir quimeras
que pelas pontas dos dedos digitem caracteres da mente? Não esforçar o conteúdo
encefálico a pensar além do seu QI? Bom, ele tenta, bem que tenta que o diga
quem o lê. E continuará sempre tentando, nunca passou pela sua mente um dia ter
que parar. Não pensa em parar... Por mais sofrível que seja sua escrita,
continuará escrevendo, até que os dedos sejam imobilizados pelas dores do
reumatismo. Portanto, o aguardem...
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