No
silêncio as vozes estalam no chão
meus
passos preenchem esquinas
de
delírio vários.
As
feras saem em busca da presa
solidificando
vazios solitários.
Ao
sabor do vento como folhas
pernas
sacodem cheiros aprisionando
feras
grilhões de veneno.
Dois
sendo um deslizam
na
senda do destino
tecendo
vidas entre lobos famintos.
O
poeta pousa um ponto
E o
silêncio se faz
no
texto a espera do final.
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