Todos
os dias fazemos as mesmas coisas e ao colocarmos a coleira no pescoço e
ficarmos oito horas, preso nesse canil, não quer dizer que seja uma luta para a
sobrevivência, mas sim, é um desgarrado culto para alimentar o consumismo.
Onde
as repetições dos mesmos atos, dos mesmos pensamentos, das mesmas conversas
fúteis cheias de futricagem moldam monstros alimentadores dos oprimidos em
esquinas da fome e da ambulante morte.
Mas
sendo nós parte dessa engrenagem mundial, raramente podemos escapar do seu
mecanismo e assim, queremos ou não, cultuamos o ídolo consumista no altar da
hipocrisia glorificando nossa mecânica vida.
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