dos sentimentos querendo se suicidar nos portais da imbecilidade humana.
Navega seu cansaço nos sombrios
cantos dos rios rasgando o decalque de estrutura metálica ecoando ao bater no
chão de concreto.
A lágrima escorre umedecendo a
face da lua artificial refletida nos vitrais da humanidade apodrecida.
O manto da noite encobre o corpo
que se estende ao longo da avenida silenciosa realizando assim, mais uma rotina
de vida na cidade adormecida.
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