abafam vozes entrecortadas entre os prédios da Rua Augusta.
Sorrisos
líquidos sorvem-se nos corpos sensuais contando bravatas pela simples
constatação de sua existência.
A
sirene do carro de bombeiro trinca o asfalto da pele em ondas de preocupações.
Sorvo
a beleza da saudade revendo em bocas alheias o sorriso dos teus beijos.
Bebo
a última gota do sentimento sabendo-me querido.
Pago
a conta e saio enfrentando a multidão de solitários.
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