Ele vinha no compasso das figuras que emolduravam o calçamento da vida arrastada pensando o que faria com o futuro que, em leque, abria a sua frente.
Projetos havia tantos, uns rascunhados, outros mais elaborados, poucos realizados.
Sem contar os que passaram de raspão como raio alterando lentamente a planície do rosto.
Na completude dos seus sonhos, pisava em bolhas azuis despreocupado se a razão suplantava a emoção, o que lhe importava era viver sob o comando do coração, essa é que era a verdade.
Pensativo não viu o dragão da maldade alçar seu corpo aos píncaros da vida etérea.
Mas, como todo poeta teimoso, acordou nos braços da ninfa adorada, celebrando em prosa e verso, a vida que foi sempre, por ela, agraciada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário