quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

O raio de luz

incide no vidro da janela em prisma único e sólido

Ilumina o que sou no devaneio poético de ser tão somente

Um ser apenas e nada mais

 

A luz espanta as sombras solidificando a forma

Materializa o drama que se desenrola

No pano de prato

 

Tudo é um drama que termina em cada ato

 

Não quero aplausos

Quero um sorriso

E um abraço

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