incide no vidro da janela em prisma único e sólido
Ilumina o que sou no devaneio poético
de ser tão somente
Um ser apenas e nada mais
A luz espanta as sombras
solidificando a forma
Materializa o drama que se
desenrola
No pano de prato
Tudo é um drama que termina em
cada ato
Não quero aplausos
Quero um sorriso
E um abraço
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