Ferido continuo seguindo pelos cantos da vida. Em cada canto escuro me encolho do algoz olho que me espreita. Não o olho de Deus, não acredito em Deus, mas o olho do desejo, aquele olho devassador de entranhas sugando o prazer perdido pelos bares a cata de alimento sustentado pelo vil dinheiro.
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