domingo, 4 de fevereiro de 2024

na veia da cidade em pleno meio dia

 

corre a seiva que se concretiza

nos campos de concreto

o fruto que surgira no futuro

 

em sangue etílico pulsa

a argamassa das vozes

presa aos tijolos da vida

terra e nos aços dos prédios

vazios sinistros e sombrios

onde a alma rotineira

é presa no dia a dia

nosso de cada dia

 

bebo tua alegria fugidia

cuja amizade fortalecida

em anos de convivência

rascunhando palavras

palavras de sentidos diversos

de transformação

do ser em ser

o próprio ser

de cada dia

 

o sol rasga apressados

passos transformando

no asfalto preto da existência

poucos verdes a embelezar

a fria vida de honoríficos sonhos

empurrando a felicidade

que sorri iludida

no dia a dia nosso

de cada dia

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Vazia.

                                            Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...