segunda-feira, 24 de junho de 2024

Vamos que vamos.

  

O sol bate na janela e vem iluminar minha camisa branca. Um sol pálido logo sendo encoberto pela nuvem, fazendo assim, pensar que o dia hoje será de pouco calor. Não chovendo e não fazendo frio tudo bem.

Terceiro dia, depois do longo e prolongado quatro meses, forçado pela cirurgia do joelho, foi buscar o resultado da ressonância magnética da coluna lombo-sacro. Passei na São Carlos do Pinhal, peguei o exame e, poderei vir a pé de lá até aqui, mas como a perna esquerda, devido ao problema da coluna estava doendo, tomei o metrô.

Foi melhor, pois evitei admirar a beleza das sujeiras que esse povo mal educado, sem consciência, deixa as calçadas e a cidade emporcalhada. Quando é que a caterva vai ter noção de que a cidade é quase sua casa. Nunca. O trecho do metrô Brigadeiro, a calçada da Paulista até a Rua Brigadeiro, estava numa imundície imensa de papeis de todo e qualquer tipo, entre outras coisas. Porque não se faz uma campanha maciça para abrir a cabeça desse pessoal, talvez, dê um resultado. É uma pena você ver uma avenida bonita, como é a Paulista, sendo transformada em deposito de lixo.

Mas vamos que vamos, seguindo a canção, braços dados ou não...

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