O sol bate na janela e vem
iluminar minha camisa branca. Um sol pálido logo sendo encoberto pela nuvem,
fazendo assim, pensar que o dia hoje será de pouco calor. Não chovendo e não
fazendo frio tudo bem.
Terceiro dia, depois do longo e
prolongado quatro meses, forçado pela cirurgia do joelho, foi buscar o
resultado da ressonância magnética da coluna lombo-sacro. Passei na São Carlos
do Pinhal, peguei o exame e, poderei vir a pé de lá até aqui, mas como a perna
esquerda, devido ao problema da coluna estava doendo, tomei o metrô.
Foi melhor, pois evitei admirar a
beleza das sujeiras que esse povo mal educado, sem consciência, deixa as
calçadas e a cidade emporcalhada. Quando é que a caterva vai ter noção de que a
cidade é quase sua casa. Nunca. O trecho do metrô Brigadeiro, a calçada da
Paulista até a Rua Brigadeiro, estava numa imundície imensa de papeis de todo e
qualquer tipo, entre outras coisas. Porque não se faz uma campanha maciça para
abrir a cabeça desse pessoal, talvez, dê um resultado. É uma pena você ver uma
avenida bonita, como é a Paulista, sendo transformada em deposito de lixo.
Mas vamos que vamos, seguindo a
canção, braços dados ou não...
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