o azul do céu transpassa o vidro de lamina fina e
através dos frisos da cortina acaricia a retina dos olhos tristes nesta manhã
fria
o ar desloca de um lado para o outro a multidão que
como a cortina o vento balança num sentir a vivência completando a sina do
intenso viver
carrego meu corpo em direção ao friso de luz que me
levará ao mar bravio para conquistar o que de ti mereço
e no azul do céu tranqüilo repousaremos no calor de
nossas almas
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