segunda-feira, 30 de setembro de 2024

no azul do céu

  

o azul do céu transpassa o vidro de lamina fina e através dos frisos da cortina acaricia a retina dos olhos tristes nesta manhã fria

 

o ar desloca de um lado para o outro a multidão que como a cortina o vento balança num sentir a vivência completando a sina do intenso viver

 

carrego meu corpo em direção ao friso de luz que me levará ao mar bravio para conquistar o que de ti mereço

 

e no azul do céu tranqüilo repousaremos no calor de nossas almas

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