O sol em gotas de suor trinca o asfalto que escorre manchando minha camisa branca. Entre as mesas desocupadas, silencioso, sou envolvido pelos ruídos da existêncialidade de cada um onde a finalidade é de que tudo que acontece é chamado de destino. Mas pergunto: Onde está que não me encontram? Eu que devo procurá-los? E porque tem que ser assim? E não cinematograficamente: Não seguimos o script? Então?! Onde está que não me encontra? Não! Não me recrimine. Estou te procurando sempre. Você que não me acha. Eu que sou culpado? Acho que não estamos sempre no lugar certo e na hora certa. Concorda? Será que um dia estaremos no lugar certo e na hora certa?
terça-feira, 3 de setembro de 2024
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