Essa teimosia em realizar gestos
invisíveis de viver um pouco cada dia, é que me leva a percepção das coisas que
me rodeiam e que influem em minhas decisões.
Nem sempre as decisões são
espontâneas, mas são carregadas de uma força interior que corroem o sistema
nervoso por não poder ser livre e ao meu gosto.
Quando há a espontaneidade, me
assusto, pois não estando acostumado julgo ter feito um inconveniente e, o
pior, é que me faz cair numa censura intimidando-me a encolher e ficar quieto
até que a poeira se assente.
É uma armadilha que me aprisiona
dentro de mim mesmo e faz com que eu
retroceda devido ao receio de me mostrar na totalidade como deve ou deveria ser
o meu eu primeiro.
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