Lá vamos nós para mais uma sexta feira. Mais um final
de semana que, como todos os finais de semana, promete. Às vezes esse promete
acontece, outras não. Às vezes vem em forma de problema, ou de chateação que
não sabemos filtrar e assim tirar a substância positiva. E quando esse promete
surge dessa maneira, um restolho dele fica no subconsciente que dificilmente será
esquecido. Passam anos e anos, ele está lá, cutucando, nos lembrando do que
fizemos. Quando isso acontece com certa freqüência, cria-se uma paranóia que
arruinará o indivíduo por toda a vida, sem que ele saiba o que realmente está
se passando com ele. Só vai ter noção do que vem fazendo ou do que fez depois
que estiver afundado na lama, no fundo do poço onde a saída é tragicamente
maligna. Ou por algum fenômeno ou conforme o problema cai-se num labirinto que
nem a psiquiatria conseguirá livrar o indivíduo. Por isso, tenho uma teoria:
nada me aflige nada mais me leva ao desespero de querer arrebentar o mundo com
um tremendo murro. Não vale a pena, o mundo não vai arrebentar com o meu frágil
murro mesmo, o que vou conseguir é um tremendo machucado tendo que medicar a
mão para não perdê-la. Portanto, meus amigos, tenham um bom fim de semana, com
muito sol, muito sorriso na alma e na face do coração e abra a porta para a
compreensão e felicidade.
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