Para muitos é um dia terrível, para outros nem tanto. Terrível por ser o primeiro dia em que podemos dizer, começamos a trabalhar, o primeiro dia da semana em que ficamos presos oito horas dentro dessa sala onde por muitos e muitos anos fomos observadores de várias histórias e de várias transformações físicas e emocionais, onde o que se conta mais é o saldo positivo ou negativo, não o nosso, talvez sim, mas de uma maneira diferente, mas o débito ou crédito, os lucros e perdas. É a última segunda-feira em que ultrapassamos a catraca da estação do metrô da Consolação e viramos a direita. Última segunda-feira que subimos a escada rolante e recebemos a temperatura e o ar do lado esquerdo, o lado ímpar da Avenida Paulista. A última segunda-feira em que entramos no Conjunto Nacional e indecisos às vezes, ficamos sem saber se subimos a rampa ou pegamos o elevador. Última segunda-feira que cruzaremos esses corredores sombrios, mal iluminados cheirando a mofo e coisas estragadas. A última segunda-feira de muitas outras coisas e que, não sei se todos, ansiosos esperamos o dia derradeiro que não precisaremos agüentar mais esse lay-out e possamos no novo lay-out, no novo prédio, respirarmos melhor com maior iluminação e consigamos desenvolver nosso trabalho melhor.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
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