expulso o gato preto da poltrona
enquanto pela fresta da janela
a luz da lua invade
meu quarto de solidão
trazendo até mim
a dança da vida
a roda muda do meu ser
e a festa noturna
que da floresta da alma
recicla minha vida
que me leva a cruzar
o limite da minha existência
Nenhum comentário:
Postar um comentário