quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.427(2020)


Aqui estou, depois de duas horas, ao ligar o note, e esperar a lentidão dele, digitar senha, aparecer os ícones e tudo mais, estou aqui e aqui ficarei, quer dizer, estou aqui numa tentativa em continuar uma coisa que acho que já está esgotado, mas meus dedos sentem comichão e então, por isso estou aqui e aqui... para com isso, escrevendo, continuando o meu diário de um sentir, diário que escrevia no ônibus, no trajeto de casa até o trabalho e do trabalho até em casa, numa agenda e depois reescrevendo, aparando, acrescentando, tirando as arestas passava para um caderno e do caderno para o Word, e o que vou escrever aqui agora, bom, talvez dizendo que são precisamente quatro horas e trinta do dia nove de janeiro de dois mil e vinte, caralho, dois mil e vinte, vinte e vinte, passa o tempo, clichê idiota dizer isso, e que estou com fones de ouvidos, aqueles minúsculos que mais parecem azeitonas pretas e ouvindo Philiph Glass, Akenathen, primeira obra que me levou a gostar da música minimalista, e, o que mais, não sei, vamos deixar para outro dia...

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