Depois
de muito tempo, com a desculpa de levar meu livro, fui à casa do ex. Bati palma
e quem me atendeu foi a mãe.
—
Pois não o que deseja?
—
A senhora não está me reconhecendo?
—
Não. Quem é você?
—
Sou o Ronaldo.
—
Nossa! Como está diferente.
—
É a barba.
—
Está mais bonito.
—
Obrigado.
—
Sumiu, não apareceu mais, o que houve?
—
É uma longa história, depois conto para a senhora.
—
Quero ouvir.
—
O Marcus está?
—
Vou chamá-lo.
E
do portão gritou o nome do filho.
—
O que foi mãe?
—
Veja quem veio te ver.
Marcus
me reconheceu na hora.
—
O que você está fazendo aqui?
—
Já que você não foi ao lançamento, vim trazer meu livro para você.
—
Obrigado.
Nisso
na porta da sala aparece um rapaz.
—
Quem é, Marcus?
—
Não é de seu interesse, responde Marcus.
—
Ah! Seu ex.
Se
dirigindo a mim:
—
Ele fala sempre em você.
—
Seu bocudo, tá na hora de ir embora.
—
Ok, estou indo. Tchau lindos.
—
Bem que desconfiei da tua mensagem.
—
Que mensagem?
—
O que sentia por você não sinto mais.
—
Vai tomar no cu.
—
Agora? Se for agora você terá que ir junto.
—
Ahn! Por quê?
—
Porque dedo, consolo e pênis de borracha não me satisfazem mais.
—
O veado, respeita minha mãe.
A
mãe dele caiu na gargalhada.
—
Vamos tomar uma, disse ele me abraçando.
Dez
minutos depois saímos para comemorar a reconciliação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário