As
seis regras do O milagre da manhã.
Vamos
lá, mais um dia de regras. Mais um dia de frio. Um frio maior que o de ontem?
Não, talvez não. Ontem praticamente não fiz nada. Por ser domingo? Não, pois
para mim, aposentado se o dia é domingo, segunda, terça ou o dia que seja, não
tem fundamento nenhum, pouco me importa, principalmente neste confinamento. Se
não houvesse o confinamento, talvez me importasse mais, isto porque, eu
desejaria estar em casa, desejaria e lutaria para estar domingo e sábado em
casa. Não ficaria muito tempo sem ouvir música, sem desenhar, se fazer coisas
que para mim, pode não ser urgência, e não é, mas que me faz seguir adiante, um
passo de cada vez, um instante após o outro me imprimindo na vida, no mundo,
nas pessoas que a mim se sentem queridas. Nesses minutos marcados pelo relógio
do celular é impossível conectar as ideias no sentimento de capturar e sentir
as palavras. No entanto os dedos ao comando da mente, digitam palavras
seguidamente como seguidamente é um dia atrás do outro. Mecanicamente, isso é o
que os dedos fazem, agem mecanicamente. Não sei em que sentido isso me levará,
em que proporção caminharei...
É
isso aí.
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