sábado, 20 de junho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.447(2020)


                        As seis regras do O milagre da manhã.


                        Bom dia. Mais uma manhã de O milagre da manhã. Hoje o silencio que é a primeira regra, porque assim eu desejo, foi até que bom, permaneci mais imóvel, senti me mais leve, isto é, fui me soltando, deixando a carne pesar nos ossos e penetrei nos sons da manhã que me vinham de longe. Talvez com isso consiga meditar como se deve.
                        Ontem o frio estava intenso e, como não reguei as plantas no domingo como sempre estou acostumado a fazer, devido ao frio, deixei para a segunda que, também não estava muito quente, mas suportável. E ao regar as plantas a área fica totalmente molhada e então aproveito para dar uma enxaguada, com isso tiro a poeira que o vento trás para dentro dela. Frio, água fria, de chinelo, adivinha o que aconteceu. Fiquei com frio além da conta, e com isso os dedos da mão, principalmente a da direita por segurar a mangueira congelou de tal maneira que não sentia mais os dedos. Ficaram amarelos e tive a infelicidade de postar uma foto no Facebook e no Instagram então, imagina a preocupação do pessoal. Foi mensagens atrás de mensagens querendo saber o do porquê de o dedo ter ficado dessa maneira, e várias recomendações para consultar o médico. Cansei de responder contando o do porquê e para que sossegassem não era nada demais.
                        É isso, mais uma manhã cumprida o que agradeço ao universo e a todos que se preocupam comigo. A vida é boa, a gente que não tem certa evolução física e mental para lidar com ela.
                        É isso...

                

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