segunda-feira, 22 de junho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.448(2020)


                        As seis regras do O milagre da manhã.


            Bom dia. Mais uma manhã embarcando no O milagre da manhã. E essa manhã foi bem manhã mesmo, pois as quatro e trinta estava eu rolando na cama sem conseguir dormir. Vira para cá, vira para lá até que resolvi levantar e fiz rapidamente, não tão rápido como possam imaginar, e sim, com uma decisão consciente que não deveria mais permanecer na cama. E dito e feito, me vesti mudando um pouco a ordem das coisa, pois, nos outros dias tinha o costume me levantar e ir direto ao banheiro, dar uma mijada, escovar os dentes, lavar o rosto, tomar um copo de água e, aí assim me trocar, e como hoje está a manhã mais fria de todas as manhãs vesti a camisa, duas blusas de lã e um jaqueta, depois a calça jeans e as meias para depois ir ao banheiro para a mijada matinal e escovar os dentes e lavar o rosto.
            E assim, logo após esses movimentos resolvi tomar um café gostoso com torradas. E aqui estou nos exercícios de O milagre da manhã, e, posso afirmar que, o que  antes não fazia de manhã passei a fazer agora, isto é, meditação, exercícios físicos, pequenos claro, mas não deixa de serem exercícios, ler, e o que é mais surpreendente é o escrever. Como antes o meu “eu” interior brigava comigo para escrever, dar continuidade ao diário do sentir e eu protelava, e tendo proposto a ideia de pegar o metrô e ir de ponta a ponta para escrever como fazia quando trabalhava e escrevia no ônibus, estou fazendo agora, escrevendo sem precisar pegar o metrô, como podem ver por este texto. É isso que devo fazer com o conto parado um determinado ponto, escrever alucinadamente sem me preocupar com o que vou dizer para depois reler consertando o que deve ser consertado e o que deve ser tirado e deixado.   
            É isso...

         

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