Bom
dia. Mais uma vez agradeço por estar aqui teclando estas palavras as quais
ontem, não sei porque, ao pressionar duas teclas que não me lembro quais, o
programa fechou e as perdi, portanto hoje tomei umas precauções que no caso
disso acontecer de novo não perco todo o conteúdo desta e muito menos as ideias
que me fazem escrever.
Assim
sendo, continuemos com o desencadear das ideias imprimindo-as em palavras para
que alguém venha a ler, o que espero, e o que me parece não acontece com a
frequência desejada, mas vamos que vamos, não é.
O
sábado, se hoje for sábado, pois aposentado todos os dias para ele é sábado ou
feriado, ele perde a noção do tempo precisando assim, olhar o calendário, no
caso o celular. E hoje, sábado, o dia amanheceu claro com um frio ameno, isso
dentro de casa, lá fora a temperatura está quente, o sol esparramando seus
raios nas dobraduras da vida e nos tijolos dos sentimentos.
Manhã de algazarra infantil na alegria em
descobrir a vida, suas andanças de crianças sem se importar com o amanhã. Assim
com fé e alegria sejam elas glorificadas pela chama da felicidade eterna ou
apenas na criancice que há nelas. Amém.
O
som da vida se propaga no ruído de vozes, no grito do vendedor de ovos, no
ronco do motor de carro, na música de algum rádio, que aos poucos vão se soltando
desse confinamento que parece meio que absurdo no entanto necessário se
quisermos viver mais alguns anos.
Em
tudo há a estranheza no cuidado dos saudáveis e dos idosos em não ficar doentes
e, parece que são eles que estão doentes e, assim confinados, para que não
passem a doença adiante.
É
isso...
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