sexta-feira, 26 de junho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.450(2020)


            Bom dia. Mais uma vez agradeço por estar aqui teclando estas palavras as quais ontem, não sei porque, ao pressionar duas teclas que não me lembro quais, o programa fechou e as perdi, portanto hoje tomei umas precauções que no caso disso acontecer de novo não perco todo o conteúdo desta e muito menos as ideias que me fazem escrever.
            Assim sendo, continuemos com o desencadear das ideias imprimindo-as em palavras para que alguém venha a ler, o que espero, e o que me parece não acontece com a frequência desejada, mas vamos que vamos, não é.
            O sábado, se hoje for sábado, pois aposentado todos os dias para ele é sábado ou feriado, ele perde a noção do tempo precisando assim, olhar o calendário, no caso o celular. E hoje, sábado, o dia amanheceu claro com um frio ameno, isso dentro de casa, lá fora a temperatura está quente, o sol esparramando seus raios nas dobraduras da vida e nos tijolos dos sentimentos.
Manhã de algazarra infantil na alegria em descobrir a vida, suas andanças de crianças sem se importar com o amanhã. Assim com fé e alegria sejam elas glorificadas pela chama da felicidade eterna ou apenas na criancice que há nelas. Amém.
            O som da vida se propaga no ruído de vozes, no grito do vendedor de ovos, no ronco do motor de carro, na música de algum rádio, que aos poucos vão se soltando desse confinamento que parece meio que absurdo no entanto necessário se quisermos viver mais alguns anos.
            Em tudo há a estranheza no cuidado dos saudáveis e dos idosos em não ficar doentes e, parece que são eles que estão doentes e, assim confinados, para que não passem a doença adiante.
            É isso...

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