domingo, 12 de julho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.458(2020)


        
            Bom dia. Silencio de sons longínquos que me chegam sem que eu os queira ouvir. Vem na frequência emotiva do dia em que deposito em seu conteúdo o valor necessário. O valor de mais um dia que será comprido na benevolência grata de existir.
            Empunho as palavras para a defesa dos sentimentos herméticos de apenas serem palavras. Silencio insuportável de não se conseguir superar o poético que rondam todas os objetos e todas as situações. Tenho de despojar a timidez e soltar desenfreadamente a simplicidade da escrita para me tornar maior, mais humilde, mais humano. Tenho tanta coisa e ao mesmo tempo o nada entre as coisas que o olhar capta e não consegue traduzir.
            É isso... ou, não é?

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