segunda-feira, 20 de julho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.462(2020)


      
            Bom dia. Sexta feira. quietude. levantei-me as sete horas. As vizinhas não estavam, pelo menos não vi o carro. Quando me sentei em frente ao micro ouvi o barulho do veículo, elas chegaram disse aos meus dedos que escreveram o que lhes ditei. Antes eram os meninos meus vizinhos e, não tinham grilo nenhum de logo de manhã ligar o som. Desde que moro aqui, são aproximadamente três anos, a casa ao lado já recebeu uns quatro moradores. Vamos ver quanto tempo as meninas permanecerão.
            Silêncio propicio das manhãs. Silêncio de aos poucos a vida encher num vai e vem de bater portão e sair e entrar de carro. Silêncio expulsado pelo afã de se fazer o que se deve demonstrando assim que as pessoas estão na vida preenchendo de afazeres suas vidas. E assim a humanidade fugindo do perigo vive no desespero da crise.
            É isso ou, não é?


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