sábado, 4 de julho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.454(2020)


                      
                        Bom dia a quem posso estar lendo estas palavras. Mais um dia de confinamento, mais um dia entre paredes velhas conhecidas que já sei todas as reentrâncias e saliências da sua rugosidade. Mais uma manhã de oportunidades no avanço da vida em descobertas já feitas e não feitas. Dia murcho, apagado, silencioso, estranho na concepção em senti-lo como tal. Escrevo rapidamente como as palavras à mente me vem em desabalada na ânsia de serem impressas nessa tela branca. Palavras que não trazem todo o teor que elas possam expressar, não traduzem todo o sentimento em seus símbolos, falta-lhes algo, conteúdo do que dizem serem. Não há nelas sentimento verdadeiros, o sentimento daquele que, com ajuda dos dedos, fixa-as aqui e que leitores ao lerem nem imaginam o que elas possam dizer seriamente. Pois, a experiência nunca vai ser igual. A que eu passo será diferente da que você passa, mesmo que faça tudo idêntico. Assim é a vida, assim é a humanidade queira ou não se queira.
                        É isso... ou não

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