Bom
dia.
Percorro
o silêncio da palavra que está na palavra do silencio. E me direciono todos os
dias numa inquietação de querer o intangível. E nesse querer parado fico sem
saber o que fazer. Isso me torna cada vez pior, me torna um impotente diante
dos desejos. Crio uma fraqueza me debilitando os movimentos. Chego ao ponto de
querer a solidez de uma estátua, a frieza dos punhais, o perigo de sentir o
quente sangue escorrer na pele enregelada. E no entanto, sorrio e vivo cada dia
o impossível.
É
isso... ou, não?
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