quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.484(2020)

         

            Bom dia.

            O dia amanheceu sendo dia mesmo. Barulhento, martelo pregando não sei o que, serras serrando algo, motor zunindo sua potência, latidos de cachorros, palmas em algum portão, sons que caracterizam o dia como dia. E a humanidade continua no seu giro de sempre com a individualidade estampada nos gestos diários. Somos o que somos, indivíduos que nos preocupamos com o que nos acontece esquecendo-nos que não somos só nós que estamos nessa vida. Esquecendo-nos que somos apenas onda e não matéria, que somos irmãos, se você sofre eu também sofro, se você passa fome eu também passarei fome, mas quem quer saber disso. Eu quero saber da minha vida tão somente, é o que dizem os rostos estampados nas filigranas da vida.

            É isso... ou, não é?

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