Todos
os dia há uma explosão silenciosa que me destrói, me joga contra a parede, me
entorta como contorcionista, arranca pedaços espalhados pela casa, depois tenho
o maior trabalho para me conectar de novo em ser eu mesmo sem qualquer
intervenção. Coisa difícil de se fazer, porque você está presente na ausência
de você e, então, meio que deformado vivo o dia a dia incompleto ouvindo o som
oco da vida levando-me ao infinito de ser apenas um humano que ama desorientado
e tresloucado.
É
isso... ou, não é?
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