quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.531(2020)

      

            E nessa desorientação caço cada partícula que de você possa vir até a mim. Assim a vida me passa a orientação de que devo vive-la da forma que sou por você orientado, da forma que de você sinto-a plena e resistente batendo contra a parede do meu sentir. E vou, vou porque a esperança é uma meta, talvez, frágil que, no entanto, me faz ser forte dentro da sua capacidade de me sentir em direção a você. Sei, eu sei que não devo alimentá-la, mas se não o fizer serei tragado pela desilusão em tê-lo na fragilidade do meu ser.

            É isso... ou, não é?

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