E
nessa desorientação caço cada partícula que de você possa vir até a mim. Assim
a vida me passa a orientação de que devo vive-la da forma que sou por você
orientado, da forma que de você sinto-a plena e resistente batendo contra a
parede do meu sentir. E vou, vou porque a esperança é uma meta, talvez, frágil
que, no entanto, me faz ser forte dentro da sua capacidade de me sentir em
direção a você. Sei, eu sei que não devo alimentá-la, mas se não o fizer serei
tragado pela desilusão em tê-lo na fragilidade do meu ser.
É
isso... ou, não é?
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