segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.556(2020)

          

            Caramba. Ontem tentei demonstrar que não há raiva no que digo e nem nas minhas atitudes e não tenho raiva de ninguém, terminei o post de uma forma raivosa. É isso o que dá querer se fazer entender, quanto mais se explica mais se complica, mais se faz desentender. Portanto, vamos viver o que tenho de viver e nada de se explicar, nada de se fazer entender, nada de nada. Eu sou eu, eu sou amor, eu sou compreensão, eu sou a paz, eu posso, e eu sou a vida correndo em minhas veias. Eu sou eu único e poderoso.

            É isso... ou, não é?

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