sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Diário de um sentir - Caderno número 7.588(2020)

            

            Eu sei, e você pode pensar que isso seja o que você está pensando que seja: uma carta, não é, mas lhe digo que não é propriamente uma carta, embora possa parecer, é apenas uma digressão do acontecido com uma pequenina pessoa em que, você e seus irmãos penso não queriam assusta-la mas o foi que aconteceu, a assustou simplesmente porque por não conhece-los, e por não conhecer a história oficial, aliás, não conheço nenhuma história que se diz infantil a  oficial, tirando algumas mais simples e corriqueiras, mas a sua e de seus irmãos não a conheço, conheço apenas essa adulçorada como todas as histórias que a Disney se intromete, não é, e por outro lado que mania de e porque fazer suas casinhas numa floresta que vocês sabiam da existência de uma fera como aquela, credo, porque não foram fazer em outro lugar, toda essa minha indignação é por que essa pequena pessoa viu a história adulçorada e se impressionou com a bendita fera nos três momentos em que ela derruba as casas, ficou quase uma semana medrosa, não queria ficar sozinha a noite, foi preciso uma pessoa dormir com ela, entende, e também, como pode assim que as casas foram terminadas, sem mais e sem menos aparece a fera faminta, quer dizer nem espera a sua casa ficar totalmente pronta, firme, bom era uma metáfora representativa do bem e do mal, isso, e outra coisa, quer dizer que se você não se esforça não se consegue nada, até aí entende e concordo, mas mesmo os esforçados precisa de distração, diversão e você dá essa impressão que não tem diversão nenhuma, apenas voltado para o que quer, e mais uma coisa, como o caldeirão esquentou rápido né para queimar o rabo da fera, poxa... vou parar por aqui...

            É isso...ou, não é?

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