quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.587(2020)

          

            Estou com o corpo pesado, as mãos enormes, parece que há um peso me puxando para baixo, me provocando, me arrastando nas ondas melódicas da música, que me deixa extático com o olhar perdido na aragem da tarde, são quinze horas e vinte minutos, o sol está a pino, dia até que bom, no entanto o tanto não me encanta e muito menos o canto que há no contracanto não provoca nem a mínima satisfação de ser ou estar mesmo porque sendo deverei estar ocupando o espaço que me é proposto quando fui no posto e não pude satisfazer o meu gosto pois você não estava lá para aquele abraço e assim voltei e tive que voltar pensando te encontrar no lar de pedras silenciosas e frias que não respondem minhas perguntas mesmo que as pronuncie constantemente todos os dias...

            É isso... ou, não é?

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