Estou
com o corpo pesado, as mãos enormes, parece que há um peso me puxando para
baixo, me provocando, me arrastando nas ondas melódicas da música, que me deixa
extático com o olhar perdido na aragem da tarde, são quinze horas e vinte
minutos, o sol está a pino, dia até que bom, no entanto o tanto não me encanta
e muito menos o canto que há no contracanto não provoca nem a mínima satisfação
de ser ou estar mesmo porque sendo deverei estar ocupando o espaço que me é
proposto quando fui no posto e não pude satisfazer o meu gosto pois você não
estava lá para aquele abraço e assim voltei e tive que voltar pensando te
encontrar no lar de pedras silenciosas e frias que não respondem minhas
perguntas mesmo que as pronuncie constantemente todos os dias...
É
isso... ou, não é?
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