terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.585(2020)

          

            Prezado caro amigo cinéfilo

 

           

            Voltando ao mundo cinematográfico.

            Quando da estreia do Os Cafajestes foi um fuzuê tremendo. Eram comentários nos jornais, revistas, rádios metendo o pau no filme. Chamaram de tudo quanto é nome, tanto o diretor quantos a atriz, principalmente ela, pois aparecia nua com nudez frontal, imagina a balburdia que foi. Não recordo em ter lido alguma coisa, mas creio que li sim, como era um fanático em leitura, lia de tudo, chegando até ler um livro sobre mecânica de automóvel, portanto devo ter lido alguma coisa sobre o filme. Sei que os marmanjos dominavam as filas que se fez todos os dias em que passou. Hoje não vejo o do porque de tanto fuzuê, na época achava que estava perdendo de ver um puta de um filmaço, pois era proibido para menores de dezoito anos, e nos dias de hoje não acho tanto assim importante em matéria de história, como cinematograficamente é um filmaço pela ousadia, pela técnica e outros itens que nos anos sessenta nem se pensava nessas coisas. Os Cafajestes, não sou um estudioso e muito menos entendo de cinema, deixou sua marca, talvez ultrapassado, como se diz, ficou datado, mas ele está aí para quem deve e pretende estudar cinema e principalmente o cinema brasileiro.

            É isso... ou, não é?

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