Não
estou onde poderia ou deveria estar
Não
estou não é porque não quero, talvez
Não
estou por algum fato desconhecido
E
que me leva a indagar se isso é valido
Se
é possível acontecer esse querer
E
esse viver na embriagues dos teus
Passos que me conduz apenas
a ser
Ah!
essa enorme vontade em penetrar
No
seu cinza dos teus olhos fulgurantes
Me
perder no brilho do teu pardo olhar
E
os dedos em teus pelos eletrizantes
Num
ato de prazer e dor te acariciar
Não
estou onde deveria, no entanto,
O
estar ou não estar não é relevante
O
meu amor é sublime e constante
Sobrevivera à fúria e a
paixão enquanto
Em meu coração houver a
consciência
De que somos feitos um
para o outro
Nesta luta pela eterna sobrevivência.
É isso... ou, não é?
Nenhum comentário:
Postar um comentário