segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.577(2020)

             Bom dia. Inicia-se a semana na promessa de correr bem, nos trinques como se diz na gíria, e assim os passos dessa vida comprida e só me levará a ermos caminhos conhecidos e desconhecidos, mas é preciso lembrar que nas esquinas não estamos mais com os nossos cabelos jovens, pois aqueles jovens hoje estão com cinquenta ou mais até, mesmo assim, não podemos esquecer as intrigas, as histórias do passado para que possamos lembrar do futuro e entende-lo e não perdermos a nossa cultura, a nossa propriedade como um pais, a nossa dignidade, vamos preservar o que é nosso, cultuar o que é nosso e não cultuar estrangeirismo babaca de sustos e medos, vamos ser livre nada de seguir a cartilha do servilismos, fazer isso ou aquilo porque eles querem, tem que ser como a gente quer, soltar o medo, soltar a angustia, a dúvida, expandir a consciência na busca de conhecimento para termos poder e não ser preso nas aberrações do cotidiano, dos paradigmas inúteis, das autos sabotagens que nos mantem presos nessa rotina do dia a dia vigente, vamos criar o nosso dia a dia pulsante, vivo, como queremos e não como eles querem, vamos viver a nossa vida...

            É isso... ou, não é?

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