Manhã de
trinta e um de dezembro de dois mil e vinte
A vila
silenciosa guarda os rumores do ano que se finda
Do ano
que o calendário com seus números e meses
Diz para
nos alegrarmos que o próximo será melhor que esse
Sim,
será, claro a esperança é a última que morre não é
E é
somente a esperança que conduz pés aos seus destinos
Aos seus
caminhos as vezes sombrio as vezes claros
Ou cheios
de pedras pontiagudas avermelhadas pelo sangue
Dos
caminhantes perdidos em seus próprios devaneios
É isso...
ou, não é?
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