sábado, 16 de janeiro de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 7.616(2020)

  

Manhã de trinta e um de dezembro de dois mil e vinte

A vila silenciosa guarda os rumores do ano que se finda

Do ano que o calendário com seus números e meses

Diz para nos alegrarmos que o próximo será melhor que esse

Sim, será, claro a esperança é a última que morre não é

E é somente a esperança que conduz pés aos seus destinos

Aos seus caminhos as vezes sombrio as vezes claros

Ou cheios de pedras pontiagudas avermelhadas pelo sangue

Dos caminhantes perdidos em seus próprios devaneios

É isso... ou, não é?

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