sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.625(2021)

 

            Eh! Doideira falar comigo mesmo, com o meu Eu como se ele fosse algo sensível, concreto, responde o que eu quero, bem... vamos que vamos que atrás vem gente. Ontem caiu um temporal de derrubar o mundo e, como consequência acabou a energia. Isso era mais ou menos umas quinze horas ou um pouco mais, e a energia voltou de madrugada, pois hoje quando acordei as luzes estavam todas as acesas. Foi um suplicio ficar na escuridão, apenas com celular, e com a bateria fraca. Foi um tal de deitar e levantar, rolar de um lado para o outro procurando aliviar o calor e se proteger dos malditos pernilongos, até que num momento, não sei quando, apaguei e só acordei hoje as oito horas e quinze minutos. Apaguei todas as luzes, tomei banho, acertei o celular no Metal Melódico e sai para mais uma caminhada. Caminhei quase que mais de uma hora, fui até o final da José Adorno, virei à esquerda, depois a direita, e sai na rua da feira de domingo, subi toda ela passando pela feira que de feira não é mais como antigamente, está bem reduzida, e cheguei na Avenida Cangaiba, e desci a Aliança até a José Adorno. Bom vamos ver se vou manter isso, né!

É isso... ou, não é?

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