Eh! Doideira falar comigo mesmo, com
o meu Eu como se ele fosse algo sensível, concreto, responde o que eu quero,
bem... vamos que vamos que atrás vem gente. Ontem caiu um temporal de derrubar
o mundo e, como consequência acabou a energia. Isso era mais ou menos umas
quinze horas ou um pouco mais, e a energia voltou de madrugada, pois hoje
quando acordei as luzes estavam todas as acesas. Foi um suplicio ficar na
escuridão, apenas com celular, e com a bateria fraca. Foi um tal de deitar e
levantar, rolar de um lado para o outro procurando aliviar o calor e se
proteger dos malditos pernilongos, até que num momento, não sei quando, apaguei
e só acordei hoje as oito horas e quinze minutos. Apaguei todas as luzes, tomei
banho, acertei o celular no Metal Melódico e sai para mais uma caminhada.
Caminhei quase que mais de uma hora, fui até o final da José Adorno, virei à
esquerda, depois a direita, e sai na rua da feira de domingo, subi toda ela
passando pela feira que de feira não é mais como antigamente, está bem reduzida,
e cheguei na Avenida Cangaiba, e desci a Aliança até a José Adorno. Bom vamos ver
se vou manter isso, né!
É isso...
ou, não é?
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