Seus olhos azuis cravados nos meus deixava escorrer duas lágrimas que lentamente descia pela sua fase. Seu queixo proeminente tremia querendo segurar a emoção, o que parecia ser difícil. Por momentos angustiantes pensei em puxá-lo num abraço dando-lhe um pouco de conforto, no entanto não deveria, pois, se o fizesse me arrependeria por toda minha vida. Eu não partiria e ficaria onde não queria ou não deveria ficar. Sei que estou sendo maldoso, até um pouco frio, o que não transparece é que estou sofrendo também. E como fomos chegar a essa angustiante situação? Rememorando os acontecimentos, não vejo quando, onde e porque nossas vidas se desmoronaram. E, também não é o momento, a hora para se pensar nisso. Vamos deixar a poeira baixar para depois conversarmos sobre o que nos levou a separação. Bem, preciso, ir, se cuide e até breve, meu amigo. Abraço.
É isso...
ou, não é?
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