quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 7.607(2020)

 

Ontem meu amigo Fabricio Viana postou um fato triste, um amigo dele tinha cometido suicídio. Não conhecia esse amigo dele, mesmo assim fiquei triste e várias reflexões me passou pela mente. Vou deixar aqui um conselho a vocês futuros suicidas. Antes de pensar em tirar a vida, tente pelo menos te dar uma chance de viver e acesse o site do Professor Hélio Couto, veja os vídeos grátis e, escreva para ele e diga-lhe o que se passa com você, por favor se de essa chance, certo?

Como uma pessoa poder ser tão covarde em tirar a própria vida? E por outro lado: Como ela pode ser corajosa? Isso uma vez discutíamos com vários amigos Rascunheiros – saudades de vocês – quando uma delas defendia calorosamente a ação covarde, não admitia o ato, e, outra rebatia que não havia covardia nenhuma, era um ato de supremo sofrimento, um ato doloroso em que o suicida não vê outra saída, ele se sente inútil, ninguém o ama e então o que lhe resta é a morte. E por aí a fora, a discussão, ou melhor dizendo, o bate papo foi tremendamente caloroso que duas amigas foram quase aos tapas, precisando da intervenção do pessoal.

Sinceramente, mesmo que a Mecânica Quântica diga que não há morte, que ela não existe, e eu acredito, não deixo de ficar triste com tal fato e, se antes não pensava na morte, hoje penso, mas não com sofrimento, com o fato de perda, entende, sei que isso vai acontecer, talvez essa compreensão que tenho seja pelo fato de acreditar na reencarnação, que voltarei várias vezes a esse mundo. Bom, é isso, fico por aqui, pois esse assunto rende uma boa discussão saudável, só deixo aqui um segredo: já pensei em me suicidar duas vezes.

É isso... ou, não é?

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