sexta-feira, 21 de maio de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.677(2021)

             Mais um dia corrido. Mais um dia preso as necessidades alheias. Algumas não tenho como fugir, mas outras... ônibus, metrô, ônibus, caminhada, Uber, agora descanso. Nesses tempos de máscaras me arrisco a tomar uma caipirinha, uma cerveja e depois, um banho, ver uns vídeos, um filme, desenhar... Assim é minha sexta-feira plantando no quintal dos outros, assim é o meu dia a dia. Assim caminho na humanidade nossa de cada dia. Caminho no perigo de existir não sendo o que me foi predestinado. Respiro a calma do sossego da tarde inalando incertezas morta sem ter fé em mim próprio. Absorvo a inquietude dos movimentos transfigurando-os em letra de sentimentos piegas e tudo é um criar histórias curtas mesmo que sejam autobiográficas. Quem vai acreditar? Quem vai ler? E não me importo se é isso ou aquilo, escrevo e pronto, escrevo. E continuarei escrevendo até os confins da humanidade... Merda!

            É isso... ou, não é?

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