Querida
poeta amiga Cissa, eu dobro sim a pontinha das páginas, até com satisfação,
dobro sim. Como pode imaginar estou relendo A Pontinha das Páginas de sua
autoria. Livro gostoso de se ler, muito bom, gostando dele, parabéns. Sabe eu
usava marcador de página, quer dizer algumas vezes usei, a última foi com o
marcador do livro Theus do jornalista, blogueiro, psicólogo, escritor premiado
Fabricio Viana. Tinha A Pontinha das Páginas, uma coletânea dos Anjos de Prata
e outra coletânea de Poesia do PD Literatura na mochila e, inadvertidamente
coloquei junto com eles um vidro com cloro e, adivinha o que aconteceu: é isso
mesmo, vazou molhando os livros e o marcador. Os livros pendurei no varal para
secar, mas o marcador se desfez, não foi possível recuperá-lo, melhor, pois da
última vez ao abrir o livro fiquei sem saber o que fazer com ele, se enfiava
entre as páginas, se no fim do livro, sei que acabei derrubando livro,
marcador, ósculos, celular, então prefiro dobrar a pontinha das páginas.
Estraga o livro? Não sei. Perde o valor? Não, pois o que conta é o seu
conteúdo, não é? Para mim livro tem que circular e não mofando entre traças
numa estante, tem que circular...
É
isso... ou, não é?
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