sexta-feira, 11 de junho de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.687(2021)

         

            Querida poeta amiga Cissa, eu dobro sim a pontinha das páginas, até com satisfação, dobro sim. Como pode imaginar estou relendo A Pontinha das Páginas de sua autoria. Livro gostoso de se ler, muito bom, gostando dele, parabéns. Sabe eu usava marcador de página, quer dizer algumas vezes usei, a última foi com o marcador do livro Theus do jornalista, blogueiro, psicólogo, escritor premiado Fabricio Viana. Tinha A Pontinha das Páginas, uma coletânea dos Anjos de Prata e outra coletânea de Poesia do PD Literatura na mochila e, inadvertidamente coloquei junto com eles um vidro com cloro e, adivinha o que aconteceu: é isso mesmo, vazou molhando os livros e o marcador. Os livros pendurei no varal para secar, mas o marcador se desfez, não foi possível recuperá-lo, melhor, pois da última vez ao abrir o livro fiquei sem saber o que fazer com ele, se enfiava entre as páginas, se no fim do livro, sei que acabei derrubando livro, marcador, ósculos, celular, então prefiro dobrar a pontinha das páginas. Estraga o livro? Não sei. Perde o valor? Não, pois o que conta é o seu conteúdo, não é? Para mim livro tem que circular e não mofando entre traças numa estante, tem que circular...

            É isso... ou, não é?

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